Zênith

"Estar no mundo sem ser do mundo"

Textos


A HORA DO CONTATO EXTRATERRESTRE

Nas últimas notícias sobre o desacobertamento ufologico em curso consta que John Herrington sabe, da extensão do núcleo do acontecimento, que o Evento é passível de provocar um choque ontológico na população planetária, a depender de como evolua a revelação que, a esta altura, já é de domínio global.

Mas não se pode perder de vista que a revelação diz respeito a algo crucial; e, isso, bem certamente, uma parcela enorme de anônimos na população mundial já conhece. Os milhares de contatados, até recentemente expostos intencionalmente ao ridículo. Os ufologos, pesquisadores, cientistas honestos. Gente mais desperta, conectada aos conhecimentos avançados, mais relevantes da física e sobre a multidimensionalidade.

E sobre a outra parcela, bem - tenho que concordar com a necessidade de didática extrema, porque é o preço dos domínios globais terem alimentado, séculos seguidos, uma definição míope, para dizer o mínimo, do que é a vida humana!

E agora?

Sair da visão cartesiana do homem antropomorfico, do descendente biológico dos símios, ou, mais sutil e religiosamente: da "imagem e semelhança" a um Deus também antropomórfico, reduzido ao paradigma da limitada concepção humana - para desaguar de repente na verdade nua e crua de que a vida é um oceano de consciência universal, se manifestando, incessante, num incontável de modos, formas, padrões, infinito afora?

E que raças detentoras deste conhecimento, e dos instrumentos científicos de manipulação genética milhares de anos à frente dos nossos paradigmas semeiam, por sua vez, novas raças em planetas/laboratórios como pode ter sido o nosso, milhões de anos atrás?

E que nossas personalidades não passam dessas névoas diafanas, revolucionando sem parar a partir de um único Ser incomensurável - de que somos, todos nós nos multiversos, aspectos eternos e renováveis?

Como agora, da noite para o dia, acessar o entendimento de parcela significativa da massa humana planetária, imersa na prisão milenar do pensamento da "vida começando no útero e terminando com a morte", dos céus e infernos repletos de seres com asas e tridentes prontos para julgar e sentenciar cada um, a revelia da defesa de cada um?!...

Como, revelar que a vida esfervilha nos multiversos, a partir de feericos padrões frequenciais de energias gerando, sem cessar, mundos e seres de raças, tipos, modos de existência inimagináveis, com tecnologias, para a nossa ciência estreita, ainda inconcebíveis?

Como de repente explicar isso para um percentual imenso de humanos atirados nas suas pequenas lutas cotidianas, lutando pelo almoço de cada dia; pelo direito de sobrevivência às guerras, às condições precárias de subsistência; milhares que nem vêm a saber o que é um átomo e que, hora após hora, rezam, cada qual, a um deus diferente para que venha salva-los da fome, da miséria, e da própria humanidade - por mais que as maiores produções do cinema nos últimos cinquenta anos viessem sutilmente nos alertando para a verdade?!

Como, da noite para o dia fazer entender que é preciso, após milênios, achar um meio de coexistir civilizadamente com a própria irmandade de seres na Terra, pois aí estão os tempos da confirmação de que teremos que aprender, em prazo indefinido, a nos reintegrar na convivência sensata com inúmeras espécies de vida universo afora - queiramos ou não, já que a passagem por este planeta é curta, e a nossa vida segue além dele, acima das crenças e descrenças da cegueira humana?

Para esta parcela, sim - cabe a responsabilidade, a preocupação de alinhamento correto da revelação com a orquestração da Fonte, e dos seres terrestres a esta Fonte, para que o maior dos eventos históricos não seja um choque ontológico. O que nenhuma raça avançada quer, já que vivem vibrando a oitava do Amor!

Que tudo aconteça segundo o equilíbrio perfeito da Vontade do Eterno!

🛸🩷🛸

Christina Nunes
Enviado por Christina Nunes em 26/05/2026
Alterado em 26/05/2026
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